27/07/2015

Cyberbullying: a violência virtual

Cyberbullying. Foto: Marcelo Zocchio
Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo.

Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.

- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.

- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.

- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.

Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa."

Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente (veja as ilustrações ao longo da reportagem). A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos (leia mais na próxima página).

Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência. Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.

Negros no cinema

Negros no cinema


Não existem só brancos fazendo filmes também tem negros que fazem filmes por ai, e eu irei citar alguns deles para você

Willard Carroll "Will" Smith Jr.

Will Smith nasceu na Filadélfia em 25 de setembro de 1968 além de ator ele é rapper, produtor cinematografico, produtor musical, produtor de televisão, e ex-basquetebolista estadunidense(ele é o cara),  ficou conhecido por fazer parte da serie de TV The Fresh Prince of Bel-Air(Um Maluco no Pedaço) como protagonista, ele é um ótimo ator(suas interpretações em Ali e À Procura da Felicidade quem o digam).Ele é mais conhecido pelas atuações em Bad BoysBad Boys IIIndependence DayEu,robô, Eu Sou a LendaHancockMIB - Homens de PretoMIB - Homens de Preto II e MIB - Homens de Preto III


Edward Regan "EddieMurphy

Eddie Murphy nasceu em Nova York em 3 de abril de 1961 ele é um comeidante, ator, dublador, roteirista, produtor, diretor, e musico estadunidense(também é o cara) ele já trabalhou como comediante stand-up, ele é o número 10 na lista do Comedy Central dos 100 Maiores Stand-ups de todos os tempos. Como todo ator Eddie Murphy tem grande perolas que já foram indicadas ao Globo de Ouro como 48 horas, Um Tira da Pesada, Trocando as Bolas e O Professor Aloprado. Além de dublar o personagem Burro na quadrilogias de filmes Shrek e dublar o personagem Mushu no filme da Disney Mulan entre outros. Eddie Murphy tem seu nome na Calçada da Fama em Holywood.


Samuel Leroy Jackson

Samuel L. Jackson nasceu em Washington, DC em 21 de dezembro de 1948 ele é um ator e produtor estadunidense, alcançou a fama na década de 1990 
após uma série de atuações relevantes tornando-se um astro e ícone cultural(esse ai é O CARA) recebeu diversos prêmios por suas atuações cinematográficas, e atua em diversas midias além de filmes: séries de televisão e dublagem de videogames, etc. Samuel declarou que os filmes permitem-no "fazer coisas que via quando criança". Samuel já fez uma pancada de fimes e series de TV além de dublar personagens de Videogames como o Frank Tenpenny em Grand Theft Auto: San Andreas, Lúcio Barro/Gelado em Os Incriveis, Nick Fury em Iron Man 2 e Afro Samurai em Afro Samurai.

Morgan Porterfield Freeman, Jr

Morgan Freeman nasceu em MemphisTennessee1 de junho de1937 ele é ator, produtor, narrador e diretor de cinema estadunidense, ele é mais conhecido pelas atuações em Conduzindo Miss DaisyTempo de GloriaRobin Hood - O Príncipe dos LadrõesOs imperdoáveisUm Sonho de LiberdadeSe7en - Os Sete Crimes CapitaisTodo PoderosoA Volta do Todo PoderosoMenina de OuroInvictusBatman BeginsBatman: O Cavaleiro das Trevas e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.
Morgan Freeman tem seu nome na Calça da Fama.





23/07/2015

''Love has no Labels''


O vídeo da ação, intitulado “Love has no Labels” (“O amor não tem rótulos”, em português) já foi visualizado mais de 15 milhões de vezes e deixa claro que, no fundo, somos todos esqueletinhos iguais e que as diferenças devem ser superadas. O vídeo tem uma boa intenção e é bastante sensível, mas não seria mais fácil se todos nós aceitássemos que somos diferentes, independente de uma radiografia? Assista ao vídeo:







Jean Wyllys divulgou, em mensagem no Face, um comentário sobre Cleydenilson Pereira Silva, um jovem em São Luís, morto por espancamento pela população. Segundo o Extra, este já é o décimo caso de linchamento registrado no Maranhão em dezoito meses. Dezoito meses nos quais a população maranhense, sucumbindo ao desespero e à falta de segurança pública adequada, faz as vezes de juiz e algoz dos acusados. Em relação à matéria do jornal, no entanto, o deputado postou uma foto na qual se encontra outro rapaz. A diferença: um negro (a vítima do espancamento, após uma tentativa de assalto), amarrado ao poste, nu e ensaguentado da surra que os moradores deram – enquanto outro jovem, branco, está apenas deitado, vestido, aparentemente sem maiores danos. A foto, postada em montagem com a obra “Escravo no pelourinho sendo açoitado” (Debret), deu – como sempre dá quando se trata de racismo – o que comentar na postagem: gente solidária à morte do suspeito e gente enraivecida cobrando de Jean a responsabilidade direta pelo problema da segurança pública maranhense.

22/07/2015

Diferenças entre Raça e Etnia

Diferenças entre Raça e Etnia

Embora seja dito muitas vezes como sinônimos, existem certas diferenças entre raça e etnia. Raça se expressa nas características visíveis da pessoa, ela engloba as características físicas, tais como tonalidade de pele, formação do crânio e do rosto e tipo de cabelo.


A etnia também refere-se a isso, mas ela vai além das características físicas da pessoa, ela inclui a cultura, nacionalidade, afiliação tribal, religião, língua e tradições.
Dentre as várias raças humanas, as quatro principais são:
Caucasianos: De origem europeia, norte-americana, árabes e até indiana. Com exceção dos mediterrânicos, tem nariz estrito, lábios delgados e cabelos lisos ou ondulados. Tem como principais características pele e olhos claros.
Mongoloides: De origem asiática, apresentam a tonalidade de pele amarelada, cabelos lisos, rosto achatado ou largo e nariz de forma variada. Variaram dessa raça os esquimós e índios americanos.
Australóides: Tem como características os olhos escuros, cabelo encaracolado e nariz largo. A tonalidade da pele é escura, quase negra.
Negros: De origem africana, apresentam as características de pele escura, olhos escuros, lábios grossos, nariz achatado e cabelos crespos.
Como no Brasil há uma mistura de raças muito forte, algumas se tornaram principais no país, além das quatro citadas acima. São elas:
Mestiços: Mistura de duas ou mais raças.
Mulato: Descendente de branco com negro. 
Caboclo: Descendente de branco com índio.
Cafuzo: Descendente de negro com índio.
Após a colonização, os portugueses trouxeram os negros para serem escravos no país. A partir daí, implica-se dizer que os principais grupos a habitar o país foram os portugueses, índios e negros. Esses grupos ajudaram a construir a mistura de raças que compõe o país atualmente. Além deles, vieram os italianos, japoneses, espanhóis, entre outros.
A partir dessa união de raças desenvolveu-se o que é o país hoje em dia, e como passaram a ser criados novos costumes e tradições, nascendo assim a etnia.

21/07/2015

Filmes de super-heróis Negros

Primeiros filmes de super-heróis Negros

Cyborg e Pantera Negra Primeiros filmes de heróis negros na historia, Cyborg seu filme chegara em 2020 será o primeiro filme de super-herói negro da DC COMICS.

 Pantera Negra:Tendo a garantia de ninguém menos que o criador do personagem (além de Kevin Feige já ter falado antes sobre esse interesse), já podemos ter certeza de que T'Challa, alterego do Pantera Negra, estará em breve nos cinemas, quiçá entre os filmes da Marvel agendados até 2019, de uma lista que só começa a encurtar com o já citado Os Vingadores 2, que estreia em abril de 2015.



















•Felipe Cândido Silva, aluno do Ensino Médio premiado no Concurso de Redação Folha Dirigida 2009. Felipe escreveu sobre o racismo no Brasil:

  • Felipe Cândido Silva, aluno do Ensino Médio da Escola Professor Souza da Silveira, localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi premiado no Concurso de Redação Folha Dirigida 2009. Felipe escreveu sobre o racismo no Brasil:

Todos sabemos que no mundo há grandes diferenças entre  pessoas e que, por estupidez e ignorância, cria-se o preconceito, que gera muitos conflitos e desentendimentos, afetando muita gente. Porém, onde estão os Direitos Humanos que dizem que todos são iguais, se há tanta desigualdade no mundo?
Manchetes de jornais relatam: “Homem negro sofre racismo em loja”; “Mulheres recebem salários mais baixos que os homens”; “Rapaz homossexual é espancando na rua”; “Jovens de classe alta colocam fogo em mendigo”; “Hospitais públicos em condições precárias não conseguem atender pacientes”; “Ônibus não param para idosos”. “Escola em mau estado é interditada e alunos ficam sem aula”; e muitas outras barbaridades. Isso mostra que os governantes não estão fazendo a sua parte.
Mas pequenos gestos do dia a dia – como preferir descer do ônibus quando um negro entra nele; sentar no lugar de idosos, gestantes e deficientes físicos, humilhar uma pessoa por sua religião, opção sexual ou por terem profissões mais humildes – mostram que também precisamos mudar.
A questão da etnia vem sendo discutida no mundo todo, inclusive no Brasil, que é um país mestiço, onde ocorre a mistura, principalmente, de negros, brancos e índios. Por mais que se diga que todas as pessoas são iguais, independente da cor de sua pele, o racismo continua existindo. Músicas, brincadeiras, piadas e outras formas são usadas para discriminar os negros. Até mesmo a violência se faz presente, sem nenhum motivo lógico.
As escolas fazem sua parte criando disciplinas que mostram a importância que cada cultura tem para a cultura geral do  país. E educando as crianças para que não cometam os mesmos erros dos mais velhos, pois preconceito se aprende, ninguém nasce com ele.
Enfim, cada pessoa pode fazer a sua parte, acabando com qualquer tipo de discriminação que existe, com qualquer tipo de preconceito que sente, percebendo que todos nós somos iguais, independente de raça, credo, idade, condição social ou opção sexual. Esse é o primeiro passo para que cada um respeite os direitos dos outros. O direito de um acaba quando começa o do outro. E com a população conhecendo seus direitos e praticando seus deveres ela fica mais unida. E a voz que grita para que os direitos humanos sejam exercidos soará bem mais alta, pois já diz o ditado: “A união faz a força”.

20/07/2015

Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo

Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo



1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize!

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.






OBG PELA ATENÇÃO.
(mundo sem racismo é muito melhor)


16/07/2015

Earl Lloyd, primeiro jogador de basquete negro da NBA

Earl Lloyd, primeiro jogador de basquete negro da NBA


Earl Lloyd, o primeiro jogador de basquete negro a disputar uma partida da NBA em 1950, e a conquistar um título em 1955, morreu aos 86 anos, anunciaram a NBA e a Universidade Virginia State.
 
Lloyd foi o primeiro negro a disputar uma partida da NBA, com o atualmente extinto Washington Capitols em 31 de outubro de 1950, o que possibilitou a contratação de seu colega de Virginia State Charles Henry Cooper (Boston Celtics), o primeiro negro draftado por uma equipe da NBA de uma universidade, e de Nat Clifton (New York Knicks), primeiro negro a assinar um contrato com uma equipe da NBA na temporada.

Lloyd foi técnico dos Pistons de 1971 a 1972 e entrou para o Hall da Fama do Basquete em 2003.



























Cidade Negra - Negro Rei

Cidade Negra - Negro Rei

                         


Assisto ao vídeo e publique o vídeos para conscientizar as pessoas. vlw pelo apoio.  

O Negro no Futebol Brasileiro

O Negro no Futebol Brasileiro




O Bangu ficou conhecido como um clube símbolo da luta contra o racismo no futebol brasileiro, mas foi o Vasco da Gama que entrou para a História ao conquistar um título com um plantel formado quase que inteiramente por jogadores negros, muitos deles "contratados" junto ao Bangu (à época, o futebol ainda era amador, e não havia contratações formais de atletas). O clube, que em 1905 já havia elegido um presidente mulato, Cândido José de Araújo, foi campeão carioca em 1923, seu ano de estreia na Primeira Divisão, e despertou a ira dos rivais. No ano seguinte, Fluminense, Flamengo, Botafogo e outros times abandonaram a Liga e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), entidade à qual o Vasco só poderia se filiar se dispensasse seus 12 atletas negros.

Atualmente, ainda não é possível dizer que o futebol brasileiro se viu livre do racismo. No entanto, é evidente o reconhecimento da participação do negro no desenvolvimento do futebol do país, a ponto de o melhor jogador de todos os tempos, eleito atleta do século XX, Pelé, ser negro e não precisar esticar o cabelo nem passar pó-de-arroz para ter seu talento reconhecido.




15/07/2015

#Fato

O racismo é a prova do quão somos primitivos
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Frase do dia


Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.


Leis Contra o Racismo

Leis Contra o Racismo

Lei Afonso Arinos.

Em 1951, foi criada a Lei 1390/51, conhecida como Lei Afonso Arinos.
Foi proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, essa lei proibia a descriminação racial no pais, ou seja, a separação de raças diferentes.
A lei Afonso Arinos se mostrou muito ineficiente por falta de rigorosidade em suas punições, mesmo em casos explicito de discriminação racial em locais de emprego, escola e serviços públicos.

Lei Caó

Em 1989, foi criada a Lei 7716/89, conhecida como Lei Caó.
Proposta pelo jornalista, ex-vereador e advogado Carlos Alberto Caó Oliveira dos Santos, essa lei determinava a igualdade racial e o crime de intolerância religiosa.

Um dos maiores triunfos com o aprimoramento da lei contra o racismo foi sua pena. Crime de racismo é inafiançável, mas especifica a diferença entre atitudes que podem ser consideradas como racismo.

Dicionario:
Inafiançável: Crime que não pode ser pago

Postado por: Ury Rios Silva

13/07/2015

O Dia Internacional contra a discriminação

O Dia Internacional contra a Discriminação Racial


O Dia Internacional contra a Discriminação Racial foi criado pela Organizações das Nações Unidas(ONU)
e é celebrada no dia 21 de Março em homenagem ao Massacre de Sharpeville

Em memoria a este massacre a Organizações das Nações Unidas(ONU) instituiu 21 de Março o dia Internacional de Luta Contra a Driscriminação Racial

Link para o Massacre de Sharpeville:https://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Sharpeville

Por:Ury Rios Silva
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